Franclin Oliveira dos Santos


07/06/2009


Escrito por Franclin Oliveira às 21h40
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02/10/2007


Você deve estar se perguntando porque uma crítica de um disco do Gabriel Pensador na Whiplash!. Pois é, também me perguntei se eu deveria comprar esse CD, porque nunca gostei de suas músicas, a não ser por algumas letras. Depois de ouvi-lo não tive dúvidas. Bom, ele está aqui na Whiplash! pelo simples motivo que nesse CD são pouquíssimas músicas com barulhos eletrônicos e texturas pop/dance bastante presentes nos seus outros CDs. Tocando a maioria das músicas com uma banda, dentre as 11 faixas desse bom CD, encontramos algumas composições bastante interessantes, tanto no instrumental, como logicamente nas letras, mas sempre com grande influência de rock.

“Se Liga Aí” começa o disco, com um riff bem rock n roll e vocais nervosos de Gabriel, passando para a sensacional “Até Quando”, que já ficou bastante conhecida e que tem uma letra maravilhosa, que rende frases como: “Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente. E quando a gente muda a gente anda pra frente. E quando a gente manda ninguém manda na gente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro, na mudança do presente a gente molda o futuro”. Muitos radicais deveriam ler isso, ou estão lendo nesse exato momento. “Ãh” é uma música bem fraquinha, mas sua letra é engraçada e seu final é uma lição a ser entendida.

O CD segue com as boas “Pega Ladrão” e a pesada “Tem Alguém Aí” (com participação de Digão, do Raimundos) e outras como “Brasa” que tem a participação do grande Lenine.
Só pelo nome já valeria comprar esse disco, que com certeza é uma grande evolução na carreira deste pensador, que pela primeira vez se libertou de um esquemão pop e mostrou que pode fazer muita coisa boa. Tomara que continue nesse rumo pois ainda tem muita coisa a ser dita nesse país, e só pessoas como ele conseguem transmitir de um jeito tão claro.

Escrito por Franclin Oliveira às 14h18
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14/09/2007


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32622001000100004

Dança educativa: um fato em escolas de São Paulo

Marta Thiago Scarpato*

 

 

RESUMO: A Dança Educativa, desenvolvida em escolas particulares de São Paulo, está inserida na Grade Curricular da Educação Infantil, fundamentada nas idéias convergentes de Rudolf Laban e Célestin Freinet. Os resultados apontam os progressos no desenvolvimento do educando: autonomia corporal e intelectual, socialização, cooperação, responsabilidade e avanço na aprendizagem. Questiona qual o estilo de dança mais apropriado na área da educação e ressalta a necessidade de professores habilitados para desenvolverem trabalhos similares.

Palavras-chave: Dança, Escola, Laban, Freinet, Ensino.

Escrito por Franclin Oliveira às 19h51
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Escrito por Franclin Oliveira às 16h49
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O ATOR, A MÁSCARA E A INDUMENTÁRIA

Dionísio e o Teatro
A introdução dos atores trágicos e cômicos nos concursos dos festivais dionisíacos foi o primeiro sinal de um itinerário ascendente, rumo à especialização que culminou no séc. IV a.C. O processo começou em 449 a.C., quando a escolha do protagonista passou a ser feita pelo Estado e foi nessa mesma ocasião que os concursos para atores foram instituídos. No século seguinte, surgiram as corporações de atores ou colégios dionisíacos, chefiados por protagonistas ou profissionais de outras artes, como os músicos, com função de aperfeiçoamento e também de produção de peças. A sua composição era eclética, abarcando desde atores trágicos e cômicos a poetas e cantores. As mulheres estavam excluídas, como sempre estiveram do palco grego que se pode chamar de oficial. Só nas formas populares do mesmo, é que tiveram lugar. Eram necessárias as suas habilidades pessoais, uma voz apropria da para amplos espaços e para o canto.

Na tragédia, a veste principal era o quiton (chitón), diferente do cotidiano por ter mangas largas e cores variadas e pela cintura muito alta, disposta logo abaixo do busto. O coturno (kóthornos), sapato de solas grossas e pintadas e o onkos (alto adorno da cabeça acima da máscara) davam ao intérprete dimensões fora do normal. O quiton era complementado com outras peças externas ou mantos sobre esse traje fundamental. Outros elementos podiam ser acrescentados para melhor caracterizar o personagem: figuras de países estrangeiros, que traziam alguns sinais das suas regiões; heróis usavam coroas; as cores assumiam valor simbólico; o traje da comédia tinha o propósito de acentuar o ridículo e se tornou praxe recheá-lo à frente e atrás, recurso que se denominava somátion. Houve modificações conforme o período da comédia. Resquícios do corte o dos ritos fálicos estiveram presentes na comédia antiga, a exemplo das máscaras de animais e do falo artificial, que só a comédia nova faria desaparecer. Tão pesadamente paramentados, os movimentos dos atores trágicos eram necessariamente lentos e seus gestos amplos.

A mais forte característica do ator grego, estava na máscara cujas relações com os ritos primitivos, eram evidentes. Nos ritos primitivos a máscara ritual não é um objeto qualquer. Tem um sentido sagrado, é um objeto sagrado. A máscara ritual encerra em si forças. É uma transferência de energias. Nos rituais as máscaras têm uma função, estão ligadas a ações, ações essenciais. Têm também um sentido de mutação, metamorfose. A máscara ritual transcende. Dá vida a um ser divino. É uma simulação de poderes divinos. Concretiza conceitos abstratos. Confere uma qualidade espiritual ao homem. Representa o espírito dos mortos e animais. Ao representar um determinado animal, a máscara transfere qualidades e poderes desse animal. Quando esculpida em madeira, as qualidades sagradas das árvores impregnam a máscara e se transferem depois aos seus portadores. Em muitas comunidades primitivas contemporâneas, entre elas as comunidades indígenas, a máscara está ainda viva. Segundo Jacob Klintowitz, a máscara é para os índiosum fator de equilíbrio e de transcendência, é uma experiência social e espiritual nesta vivência ritualística e mítica. Ela continua sendo para os índios, um elemento de ligação entre o homem e o mundo espiritual.

Quanto ao seu visual, as máscaras primitivas são abstratas. Elas partem do real (formas geométricas, linhas, triângulos, indicando nariz, olhos, etc), mas expressam o não real, diz Kirby. As máscaras primitivas ao representarem o espírito do homem ou do animal, apresentam um não-homem, um não-animal, mostram um ser mutuante, algo entre homem e animal, são como que uma ligação entre um e outro.

Os rituais apresentam fragmentos da vida terrena, mas insinuam uma outra realidade. São manifestações do real e do não-real, ilusão e realidade, partindo de dados reais, apresentam algo além. Os rituais são cerimônias onde se realizam determinadas ações que provocam na mente dos seus participantes uma emoção que lhes confere uma espécie de iluminação. Nos rituais as ações se repetem. E se repetem porque representam algo essencial e verdadeiro num determinado momento e para uma determinada comunidade. Os rituais se utilizam de gestos, ações, ritmo, palavras, objetos e máscaras.Através dos rituais, os mitos eram transmitidos e revividos. Mito e Rito, sempre ligados. Explicações de fenômenos naturais e suas relações com o sobrenatural. Nos rituais ocorre um desdobramento imediato de personalidades. Ocorre uma identificação com o que se pretende imitar, seja com uma entidade sobrenatural, seja com forças da natureza ou com animais. É o homem que, saindo de seu quotidiano se transforma, acarretando modificações ao seu redor e transformando o seu ambiente, apresentando outra realidade. Princípios esses básicos do teatro.

A máscara, como o teatro, amplia conceitos, amplifica a vida, mostra algo além do que aparenta.

"À medida que os rituais decaíram, conforme observou Odette Aslan, "a máscara se dessocializou e deixou de representar o divino, passou a representar apenas conceitos genéricos, mas nunca deixou de trazer em si a sua essência."

Assim, as complexas e fortes histórias da mitologia grega, originaram as grandes tragédias. E a tragédia, tratando de deuses e heróis, assimilou o uso da máscara para representá-los simbolicamente. As máscaras mantidas pelo teatro grego eram um poderoso meio de prender a atenção, criando excitação e expressando a essência do drama. Todos os atores usavam máscaras alongadas e grotescas de linho, cortiça e madeira, que se tornaram maiores com o tempo.

Máscaras especiais eram exigidas por personagens mitológicas e alegóricas como Io, de chifres, Argos de muitos olhos, as Fúrias, cujos cabelos eram serpentes, e figuras alegóricas como a Morte, a Forca, a Loucura.

As máscaras criavam o clima mítico da tragédia, e grotesco na comédia. O que a máscara da tragédia perseguia em solenidade e gravidade, a da comédia buscou em grotesco e ridículo.

Já se percebe na máscara grega o propósito de fixar tipos, destinação que a comédia dell'arte levaria ao extremo, na Itália do Renascimento. Fator importante no uso da máscara era o ónkos, deformação piramidal da cabeleira sobre a mesma, bem como a dos lábios, concebida para ampliar o alcance vocal.

Escrito por Franclin Oliveira às 16h35
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Máscara

Todo o objecto que se coloca em frente à face, escondendo-a, em vários contextos, como, por exemplo, no Carnaval e em certas obras teatrais. Para muitos povos, as máscaras são consideradas objectos mágicos, dando aos seus utilizadores poderes especiais. As máscaras são ainda usadas em todo o tipo de rituais iniciáticos e outros, possuindo um simbolismo muito complexo, diferente de sociedade para sociedade. As máscaras fúnebres, usadas em muitas civilizações em pessoas normalmente de certa importância, pretendem conservar a imagem do defunto, representando uma certa ideia de permanência. À máscara associa-se normalmente esta ideia de permanência, mas também de esconderijo da pessoa e de identificação com aquilo que pretende representar, sendo esta última ideia a que subjaz à máscara teatral.

No teatro grego, a máscara servia para dar aos actores a sua personagem, a sua persona (= máscara). As máscaras eram tipificadas, correspondendo a um tipo de personagem pré-determinado, tendo também expressões faciais imutáveis que indicavam o destino último da personagem. Escondendo o rosto, os actores representavam usando apenas o tom de voz e o gesto. Ao longo do desenvolvimento do teatro, as máscaras foram sendo abandonadas, embora haja casos de reaparição, como na Commedia dell’Arte italiana. As máscaras cómica e trágica do teatro grego ainda hoje representam, em conjunto, o teatro: afinal, os actores, ao assumirem uma personagem, estão ainda a colocar uma máscara sobre si mesmos. De certa forma, a maquilhagem e o guarda-roupa mantém a ideia de máscara, ou seja, de substituição da pessoa do actor por uma persona durante o tempo que dura a representação. Ainda hoje, a máscara strictu sensu é usada em teatros de civilizações distintas da ocidental.

Na literatura em geral, a máscara, para além de tema de variados contos, romances e peças, é usada como símbolo da assumpção duma identidade diferente da original ou como símbolo do esconder dessa mesma identidade (lembremo-nos apenas das máscaras dos super-heróis da banda desenhada, que não só assumem uma identidade diferente usando máscaras, como escondem a anterior, mantendo-as separadas). Aliás, as palavras pessoa e personagem têm como base a palavra persona, máscara em grego. O termo persona designa hoje, tecnicamente, a personagem criada pelo autor para a criação poética e para as narrativas na primeira pessoa, lembrando que o autor no texto é sempre uma máscara, uma criação, mesmo quando o autor pretende identificar o narrador consigo próprio. Qualquer personagem numa obra é sempre descendente da máscara grega, é sempre uma construção duma identidade outra.

Escrito por Franclin Oliveira às 16h28
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13/07/2007


As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos: Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados. Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar ... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore. (Machado de Assis)

Escrito por Franclin Oliveira às 23h27
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Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.

(Vinícius de Morais)

Escrito por Franclin Oliveira às 23h27
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.

III

Soletrei teu nome
para tentar esquece-lo.
Pousei rascunhos em teu olhar, como se você estivesse aqui.
E você estava.

Sou herdeiro do teu silencio. Vivi a apreensão do momento
antes que o próprio momento.
Apertei os dedos para segurar as palavras.

Te perdoei por vingança.


[Fernando Palma]

.

II

Nunca estou satisfeito com que pude fazer,
com o que pude realizar.
O que pude dizer,
o que fui capaz de sentir.

Sou perfeccionista com o passado.

Protegi meus sonhos
em mantas grossas de mentiras
os ombros cobertos, como uma criança adormecida.
Tentando escapar do frio de palavras.

Por um pequeno descuido, um ínfimo deslize,
declarei meus segredos ao mundo.
As respostas chegaram
em forma de versos.

Atrevi a desconhecer-me
e então me reconheci.


[Fernando Palma]

.

I

Aprendi a me conhecer
lentamente.
A mudar
rapidamente.

Quando me descubro já não sou.



[Fernando Palma]

Escrito por Franclin Oliveira às 23h27
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O Órfão
.



Quando escrevo
nunca sei onde chegar.
Percebo o ponto
ao ultrapassa-lo.
O excesso me equilibra.

Reflito-me nos

espaços vazios

entre os poemas.
Nunca nos versos.

Invejo a ausência,
somente o vazio não tem um dono.
O resto é criação de alguém.

Incansável,
procuro pelas palavras
que me inventaram.
Sou órfão de letras.

Desconfio da expressão correta,
do poema exato.
A escrita engana,
inexiste palavra verdadeira.

Como encontrar uma copia fiel?
Como imitar com perfeição?

Tudo que escrevemos e falamos
é imitação.
Só o silêncio é original.



[Fernando Palma]

Escrito por Franclin Oliveira às 23h25
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Do meu dicionário de pessoas:

1-Espécie terrestre de borboleta que migra entre as regiões nordestinas do Brasil, só voa em pensamento já que as asas são internas; 2-O mesmo que escorregar nas palavras; 3-Pequeno emaranhado de pele, carne e osso e uma porção inebriante de sentimentos; 4-Que ou aquela que não sugere constancia; 5-Diz-se de pessoas que tem uma propensão enorme para amar mais do que odiar, apesar de odiar isso;6- Pode ser conjugada por: sentir, fazer,doar, viajar, enlouquecer, lembrar, esquecer , amar; 7-Passível de muitas interpretações, ambígua; 8- Igual a doce de leite, se passar do tempo azeda;9- O que está relacionado a admirar as coisas bobas da vida;10-Antídoto do qual deve-se tomar cuidado tamanho. Pequenas dosagens chegam a causar vicio. Altas dosagens podem machucar. (ex: são nos menores frascos que se encontram os melhores perfumes e os piores venenos). Mas mantenha próximo ao alcance das crianças.

Escrito por Franclin Oliveira às 23h25
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Gueto do Universo
Planta e Raiz
A terra é o Gueto do Universo
Mas tudo que há de belo está aqui
Venha você pra conferir
Desligue a televisão
O que você quer encontrar pode estar lá fora
Você tem que respirar
Não dá pra viver de ilusão (não não não)
O mundo há se acabar mas ninguém sabe a hora
Você tem que encarar
Um homem passa fome
Mesmo tendo o que comer
Enquanto o que não come
Tem a sede de viver
Tem a sede de viver

Refrão:
Força pra lutar
Fé para vencer
Quantos dragões nós iremos combater
Força pra lutar
Fé para vencer
Na mão de Deus tudo pode acontecer


Na minha vida tudo acontece
Quanto mais a gente rala mais a gente cresce
Hoje estou feliz porque sonhei com você
E amanhã posso chorar por não poder te ver
Mas o seu sorriso vale mais que um diamante
Se você vier comigo aí nós vamos adiante
Com a cabeça erguida mantendo a fé em Deus
E o seu dia mais feliz vai ser o mesmo que o meu
A vida me ensinou a nunca desistir
Nem ganhar nem perder, mas procurar evoluir
Podem me tirar tudo que tenho
Só não podem me tirar as coisas boas que eu já fiz pra quem eu amo
Sou feliz e gueto do universo é uma canção, eu vou que vou
Histórias nossas histórias
Dias de luta, dias de glória

Escrito por Franclin Oliveira às 23h25
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Já Foi
Jota Quest

Ahhhh Ahhhh Ahhh
Ahhhh Ahhhh Ahhh

Eu sempre quis fazer você feliz
Às vezes me deixava pra outra hora
Eu sempre quis falar o que eu sentia
Mas dessa vez foi o silêncio
Que falou por mim

Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de carinho me detinha a intenção
Eu sempre te deixei bem à vontade
Mas tua falta de vontade
Me desmotivou

Refrão:
Quer saber?
Já Foi
Vou cuidar
De mim
Quer saber?
Eu quero alguém pra dividir
Gostar de quem gosta de mim

Eu sempre acreditei muito em nós dois
Primeiro em você, depois em mim... Éramos nós
Eu sempre quis fazer a minha parte
Mas você não faz mais parte
Da metade de nós dois

Refrão 2 vezes

Falado:
Yeah...
E quanto vale o tempo todo que vivemos
Correndo atrás dos sonhos
Pra viver só de amor
E quanto a gente paga pelos sonhos que deixou?

Escrito por Franclin Oliveira às 23h24
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Hoje o Dia Amanheceu
Planta e Raiz
Hoje o dia amanheceu
Minha vida se transformou
Só preciso do que é meu
É prá isso que eu dou valor
É nessa que eu vou pra sossegar
Fazer música, falar de amor
Por que assim a vida fica mais alegre
Do que eu gosto, de ver voce feliz
Em suas terras vou plantar minha raiz
Nas suas águas, matar minha sede
Eu quero sentir o amor brotar de novo
Quero sentir o amor brotar
Eu quero sentir o amor brotar de novo
Quero sentir o amor brotar

Escrito por Franclin Oliveira às 23h24
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Tudo Pro Alto
Charlie Brown Jr
Jogar tudo pro alto me convém
Estar acima da razão
Só porque somos jovens, só porque somos jovens
Desesperado com o mundo estou também
Escondem tudo com sorriso na TV e não contam a ninguém

Estou confuso joguei tudo pra trás
Mas no fundo eu sei que eu não tentei de tudo
Mas que bom poder ter uma chance a mais
Estou confuso joguei tudo pra trás
Mas no fundo eu sei que não tentei de tudo
Mas que bom poder ter uma chance a mais

Tratado de forma que não deu pra entender tanta frieza
Disposição de sobra , vou vencer assim mesmo
Já nem lembro de vocês
Então é o vício o que te faz correr atrás
De mais que o início
Bem que eu te avisei aquela vez que eu te encontrei

A vida corre pelas ruas numa busca sem sentido
Enquanto o mundo está em guerra por paz
Não me pergunte o que eu quero da vida que eu quero da vida
Eu tenho sede de mais , a vida flui na sua loucura e o momento é decisivo
Mas agora estou confuso de mais não me pergunte o que eu quero da vida
Não me pergunte o que eu quero da vida , eu tenho sede de mais
Mas deixe eu só te dizer o quanto eu quero bem você...

Escrito por Franclin Oliveira às 23h24
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